Ariane Luna Peixoto, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro; Rejan R. Guedes-Bruni, Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro; MOACIR HAVERROTH, CPAF-AC; Inês Machline Silva, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/369317João Barbosa Rodrigues (1842-1909) teve rica experiência entre diferentes sociedades. Fez estudos e ilustrações detalhados de plantas e dos ambientes onde ocorriam. Aliando essas experiências às leituras, experimentos em laboratórios e trocas com seus pares, defendeu a hipótese de que as denominações das plantas não eram fruto da união arbitrária de características, mas de uma lógica apoiada em observações aceitas e legitimadas pelos nativos, que seguiam um método para classificação das plantas. O tema é detalhado em Mbáe Kaá-Tapyiyetá Enoyndaua, obra aqui contextualizada. No cenário de afirmação de uma ciência brasileira, ele defendia a importância da classificação botânica indígena, cujo entendimento só seria possível pela convivência com os índios, com o entendimento da língua e conhecimentos botânicos.openAccessJoão Barbosa RodriguesConhecimento tradicionalConocimiento tradicionalCientíficosInvestigaciónPesquisaCientistaEtnobôtanicaTaxonomia VegetalEthnobotanyPlant taxonomyIndigenous knowledgeResearchScientistsSaberes e práticas sobre plantas: a contribuição de Barbosa Rodrigues.Artigo de periódico