MIGUEL BORGES, CENARGEN; MARIA CAROLINA BLASSIOLI MORAES, CENARGEN; DEBORA PIRES PAULA, CENARGEN; RAUL ALBERTO LAUMANN, CENARGEN; MARCIO WANDRE MORAIS DE OLIVEIRA, CENARGEN.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/518283As plantas reconhecem o ataque de um inseto através de compostos químicos presentes na saliva do inseto que atuam como sinalizadores. Devido a esse reconhecimento as plantas liberam voláteis que são percebidos pelos inimigos naturais das pragas, num sistema de autoproteção conhecido como defesa indireta, e também por plantas vizinhas que ativam a sua defesa mesmo sem serem atacadas. Estes mecanismos podem ser uma via para incrementar a proteção de plantas cultivadas ao ataque de insetos de maneira muito segura e econômica e, no contexto da demanda mundial por um sistema agrícola mais sustentável e eficiente, o uso da defesa natural vegetal aliado ao controle biológico apresenta-se como uma solução muito promissora. A soja é uma cultura de grande importância socioeconômica cuja demanda nacional aumentará progressivamente. Uma das possibilidades para atingir este aumento de produtividade é através de avanços científicos no controle de pragas. A meta do projeto é estudar o mecanismo de defesa indireta da soja em duas perspectivas: a prospecção de indutores presentes na saliva da praga e os genes diferencialmente envolvidos no processo. O estudo pretende subsidiar o desenvolvimento de um indutor mimético da defesa da planta para e aplicação no campo, bem como prover genes-candidatos para o desenvolvimento de cultivares de soja resistentes à praga e até mesmo passíveis de serem utilizados em programas de modificação genética.openAccessMecanismo de defesaSoja resistenteSojaDefesa química natural em soja: novas perspectivas para o controle sustentável de percevejos-praga.Resumo em anais e proceedings