CNPSO.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/517640Sementes oriundas de plantas de soja (Glycine max (L.) Merrill) infectadas com o virus do mosaico comum, apresentam-se frequentemente manchadas. Estabelecer qual a quantidade dessas sementes que pode ser aceitavel na producao de sementes para plantio, tem sido uma preocupacao de produtores, instituicoes de pesquisa etc. O objetivo deste trabalho foi determinar qual a percentagem maxima de sementes manchadas que podem ser utilizadas para o plantio e que apresentem baixo indice de plantas infectadas e baixa percentagem de sementes com mancha, na colheita. Sementes com 0,10, 20, 40, 80 e 100% de graos manchados foram plantadas em dois experimentos, localizados perto de Londrina e Maravilha, no Estado do Parana. Nenhum efeito foi observado na germinacao das sementes. A transmissao do virus pelas sementes ocorreu em todos os tratamentos, exceto naquele em que foram utilizadas sementes manchadas. De acordo com os resultados alcancados e com a qualidade das sementes obtidas, recomenda-se usar, para plantio, sementes livres dessa anomalia, podendo-se tolerar, se necessario, lotes de sementes com ate 20% de graos manchados.openAccessSemente manchadaVirus do mosaico comumBrasilParanaSeedcoat mottlingGlycine MaxSojaSoybean mosaic virusBrazilEfeito da utilização de sementes de soja manchadas pelo vírus do mosaico comum, sobre a emergência, rendimento e percentagens de sementes colhidas com mancha.Artigo de periódico