TRAZILBO J. PAULA JUNIOR, EPAMIG; ROGERIO FARIA VIEIRA, EMBRAPA/EPAMIG; JOSE EUSTAQUIO S. CARNEIRO, UNIVERSIDADE FEDEAL DE VIÇOSA; MAGNO ANTONIO PATTO RAMALHO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; ANGELA DE FATIMA BARBOSA ABREU, CNPAF; RENAN C. LIMA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA; MILLER S. LEHNER, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA.2026-07-01http://hdl.handle.net/123456789/399634O melhoramento do feijoeiro-comum (Phaseolus vulgaris L.) no Brasil tem sido feito basicamente por instituições do setor público. Algumas das instituições mais importantes nesse sentido são Embrapa Arroz e Feijão, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Instituto Agronômico de Campinas (JAC), Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Universidade Federal de Lavras (UFLA) e Universidade Federal de Viçosa (UFV). Com o passar dos anos, a dependência dos programas de melhoramento da Embrapa, UFLA e UFV, em relação ao CIAT, diminuiu. No início da década de 1990, foram lançadas cultivares melhoradas no Brasil por grupos de pesquisadores dessas instituições: Roxo 90, Carioca MG, Aporé, Novo Jalo e Pérola. A parceria entre Epamig, UFV, UFLA e Embrapa foi oficializada em 2002, com a formalização de um convênio entre essas instituições.p. 47-64.openAccessMinas GeraisFeijãoPhaseolus VulgarisMelhoramento Genético VegetalPesquisaO Programa de Melhoramento do feijoeiro-comum no estado de Minas Gerais.Parte de livro