FAUSTO DE SOUZA SOBRINHO, CNPGL; WADSON SEBASTIAO DUARTE DA ROCHA, CNPGL; CARLOS EUGENIO MARTINS, CNPGL; FLAVIO RODRIGO GANDOLFI BENITES, CNPGL; ANNA CAROLINA PEREIRA STAICO, CES-JF; FRANCISCO JOSE DA SILVA LEDO, CNPGL; JUAREZ CAMPOLINA MACHADO, CNPGL.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/449412Foram avaliados 7 clones de B. ruziziensis, juntamente com trés testemunhas (cv. Marandu — B. brizantha; cv. Basilisk — B. decumbens; e cv. Comum — B. ruziziensis) quanto à tolerancia ao aluminio em solução nutritiva. Empregou-se o delineamento de blocos casualizados com trés repeti¢des e uma planta por parcela (vaso contendo 2 L de solução nutritiva). As mudas foram produzidas em tubetes plésticos, tiveram o sistema radicular lavado e foram colocadas em vasos plasticos contendo 2 L de solução nutritiva de Clark com 30 mg/L de aluminio. Foram mensurados os incrementos em crescimento da parte derea (IPA) e de raiz (IR), no volume de raizes (IVOL) e no nimero de perfilhos (NP), além das produgdes de massa verde e seca de parte aérea (MVPA e MSPA) e raizes (MVR e MSR). Os resultados das análises de variância detectaram diferenças significativas entre os genóipos para todas as caracteristicas avaliadas, evidenciando a existéncia de variabilidade genética dentro de B. ruziziensis para a tolerancia ao aluminio. O IVOL foi a caracteristica que apresentou maiores estimativas tanto para a relação dos coeficientes de variação ambiental e genética como para a herdabilidade.p. 611-613.openAccessGramínea ForrageiraMelhoramento VegetalEstimativas de parâmetros genéticos e fenotípicos relacionados à tolerância ao alumínio em Brachiaria ruziziensis.Artigo em anais e proceedings