MARCIUS NEI ZANIN CESAR; RAUL DE LUCENA DUARTE RIBEIRO, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO; PATRÍCIA DINIZ DE PAULA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO; JOSÉ CARLOS POLIDORO, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO; THOMAZ DA COSTA MANERA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO; JOSE GUILHERME MARINHO GUERRA, CNPAB.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/372380As cultivares de pimentão Magali R e Magda Super foram comparadas no sistema orgânico de produção, consorciadas ou não com crotalária (Crotalaria juncea), e sem desbaste de ramos ou desbastadas a partir da terceira ramificação. A produtividade, em frutos de padrão comercial, alcançou média geral de 37 t ha-1, com o máximo próximo de 43 t ha-1. O híbrido Magali R produziu frutos mais pesados e longos do que a cultivar Magda Super. Entretanto, não houve diferença significativa entre as duas cultivares com relação à produtividade. Os frutos, tanto de Magali R quanto de Magda Super, ultrapassaram em média os 10 cm de comprimento mínimo para atingir a cotação " extra" de mercado. O número de frutos por planta aumentou nas parcelas não desbastadas, independentemente do consórcio. O desbaste de ramos reduziu o diâmetro basal médio, mas elevou o peso médio dos frutos, não influindo porém na produtividade. O híbrido Magali R apresentou apenas 15% de plantas com sintomas de mosaico, ao final do ciclo produtivo, contra 38% referentes à cv. Magda Super. O consórcio com a leguminosa resultou em ganho de produtividade e aumentou o comprimento dos frutos. Com a inclusão da crotalária, houve incremento do teor de nitrogênio nos frutos, bem como da quantidade desse elemento exportada na colheita.openAccessDesbastePimentãoCapsicum AnnuumAdubo VerdeConsorciação de CulturaDesempenho do pimentão em cultivo orgânico, submetido ao desbaste e consórcio.Artigo de periódico