ANTONIA KÉCYA FRANÇA MOITA, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA; PAULO SÁVIO LOPES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA; HUMBERTO TONHATI, UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA; ROBLEDO DE ALMEIDA TORRES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA; RICARDO FREDERICO EUCLYDES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA; ARY FERREIRA DE FREITAS, CNPGL.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/450226Objetivou-se avaliar o efeito da heterogeneidade de variâncias na avaliação genética em 1774 búfalas da raça Murrah. Os componentes de (co)variância foram estimados pelo método da máxima verossimilhança restrita, utilizando quatro modelos bi-característica (1– modelo aditivo; 2– modelo de repetibilidade; 3– modelo aditivo + interação reprodutor x rebanho-ano; 4– modelo de repetibilidade + interação reprodutor x rebanho-ano), considerando como efeitos fixos estação de parto e rebanho-ano de parto e idade da vaca como covariável (efeito linear e quadrático). Os rebanhos foram classificados em duas classes de desvio-padrão fenotípico (DPF) para produção de leite, que foram considerados como características diferentes. Uma análise unicaracterística foi conduzida desconsiderando as classes DPF, incluindo o efeito da interação reprodutor x rebanho-ano. As estimativas de componentes de variância genética aditiva foram maiores na classe de alto desvio-padrão (ADP), comparadas às de baixo desviopadrão (BDP). Apesar do aumento nas variâncias aditivas e do erro nas de classes ADP, suas herdabilidades foram menores, com exceção do modelo 2 que apresentou herdabilidade maior. A estratificação dos rebanhos em búfalos para produção de leite em classes de alto e baixo desvios-padrão fenotípico corrigiu para a heterogeneidade de variância.openAccessDesvio-padrãoEstratificação dos dadosBúfaloMelhoramento Genético AnimalHeterogeneidade de variâncias na avaliação genética de búfalas no Brasil.Artigo em anais e proceedings