OLÍVIO FERNANDES GALÃO, UEL; MERCEDES CONCÓRDIA CARRÃO-PANIZZI, CNPT; JOSÉ MARCOS GONTIJO MANDARINO, CNPSO; RODRIGO SANTOS LEITE, CNPSO; THIAGO CLAUS, UEM; JESUÍ VERGÍLIO VISENTAINER, UEM.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/506426Diferenças em níveis de inibidor de tripsina Kunitz e ácido fítico foram determinadas para cultivares de soja convencionais e transgênicas cultivadas em Londrina e Ponta Grossa, Sul do Brasil. Os níveis de inibidor de tripsina na região de Londrina e Ponta Grossa para variedades convencionais variaram de 14,56 mg g-1 (BRS 267) a 20,40 mg g-1 (BRS 261) e de 13,51 mg g-1 (BRS 232) a 19,65 mg g-1 (BRS 268), respectivamente, enquanto para as variedades transgênicas foram encontrados valores de 14,16 mg g-1 (BRS 242 RR) a 18,21 mg g-1 (BRS 255 RR) para Londrina e 13,68 mg g-1 (BRS 244 RR) a 18,73 mg g-1 (BRS 256 RR) para Ponta Grossa. A média de teor de ácido fítico em variedades convencionais e transgênicas de Londrina teve variação de 2,05 a 1,78 mg g-1, respectivamente, enquanto para as mesmas variedades de Ponta Grossa, a média variou de 1,60 a 1,51 mg g-1.openAccessSoja convencionalSoja transgêncicaEnzimasMelhoramento genéticoFatores antinutricionaisConventional soybeanGenetically modified soybeanantinutritional factorsgenetic improvementenzymesKunitz trypsin Inhibitor and phytic acid levels in conventional and genetically modified soybean seeds from Londrina and Ponta Grossa, South Brazil.Artigo de periódico