SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI, CNPA; Willian Daróz Matte, UEM - Universidade Estadual de Maringá; Cassiano Spaziani Pereira, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso; FERNANDA SATIE IKEDA, CPAMT; Edson Ricardo de Andrade Junior, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso; Lee Yun Sheng, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso; Wanderson Bertotti da Costa, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso; Fernando Poltronieri, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso; Marcos Vinícios Saraiva, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/377723A resistência de plantas daninhas ao glyphosate nos sistemas de produção agrícola tem demandado o manejo e prevenção da seleção de biótipos de resistentes, principalmente a partir da aplicação rotacionada de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Nesse cenário, o herbicida sulfentrazone mostra-se como alternativa por possuir excelente espectro de controle. Entretanto, a persistência desse herbicida no solo pode prejudicar a cultura subsequente, visto que sua meia-vida no solo (t½) é estimada entre 110 e 280 dias, variando a partir das condições edafoclimáticas locais. Diante do exposto, objetivou-se com este trabalho avaliar a atividade residual do sulfentrazone aplicado em pré-emergência na cultura da soja sobre o algodoeiro cv. TMG 42 WS cultivado em sucessão na região médio-norte de Mato Grosso.openAccessHerbicidaPersistencia de pesticidaGlycine MaxGossypium HirsutumHerbicidesCarryover de sulfentrazone na sucessão soja-algodão.Resumo em anais e proceedings