Ana Caroline de Jesus de Castro, GRADUANDA UEPA; Jeisiane Brenda Soares de Sousa, GRADUANDA UEPA; MARCIO HOFMANN MOTA SOARES, CPATU; ADEMIR ROBERTO RUSCHEL, CPATU; MILTON KANASHIRO, CPATU.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/390805A falta de padronização dos nomes vernaculares e científicos nos inventários florestais prejudica o manejo florestal e a comercialização das espécies amazônicas, desse modo o objetivo do presente trabalho é avaliar a eficiência da lista a fim de evitar sinonímias que prejudiquem o comércio, corrigir nomes de espécies arbóreas nomeadas com nomenclatura botânica de espécies não lenhosas. O estudo foi realizado com base na lista de espécies comercializadas no Estado disponibilizada pela Secretaria de Meio Ambiente e os dados foram homogeneizados, padronizados, processados e tabelados em planilhas do Excel. Para análise dos nomes populares, as espécies foram separadas em dois grupos: utilização de um mesmo nome popular para diversas espécies botânicas; e utilização de diversos nomes populares para uma única espécie botânica. No levantamento foram encontrados 997 táxons sendo 92 identificados a nível de gênero e 765 nomes vulgares com forte variação, presença de sinonímia e grafia incorreta. Assim, há a necessidade de melhorar os processos de identificação taxonômica em campo, além do treinamento dos responsáveis pelo mesmo afim de minimizar os erros.p. 93-99.openAccessIdentificação de espéciesInventário FlorestalTaxonomia VegetalAvaliação botânica da lista das espécies comercializadas no estado do Pará.Artigo em anais e proceedings