KEYLA DE OLIVEIRA RIBEIRO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; JOAO BATISTA DUARTE, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; PEDRO MANUEL FIGUEIRA DE OLIVEIRA MONTEIRO, SECRETARIA DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DO ESTADO DE GOIÁS; JAISON PEREIRA DE OLIVEIRA, CNPAF; ELITÂNIA GOMES XAVIER, CENTRO UNIVERSITÁRIO UNI-ANHANGUERA; LUIZ ANTONIO CARDOSO JÚNIOR, UN.2026-07-01http://hdl.handle.net/123456789/399528O objetivo deste trabalho foi avaliar o teor de proteína no grão em acessos do banco de germoplasma de soja mantido pela Secretaria da Agricultura Pecuária e Abastecimento do Estado de Goiás (Seagro-GO). Os acessos foram avaliados em campo no delineamento de blocos aumentados, e a determinação do teor de proteína foi feita em amostras de grãos de cada parcela, pelo método de Kjeldahl. Pôde-se verificar variabilidade significativa (p<0,05) entre os acessos, quanto ao teor de proteína no grão. A análise de agrupamento revelou a formação de três grupos de acessos para o caráter, sendo que o grupo com médias superiores (42,3% a 46,5%) incluiu 5% dos acessos avaliados. Isso mostra que os teores mais elevados de proteína no grão estão representados em poucos genótipos do banco.openAccessTeor de proteínaVariabilidade genéticaSojaGlycine MaxProteínaBanco de GermoplasmaVariabilidade genética para teor de proteína no grão em germoplasma de soja.Artigo em anais e proceedings