Davi Scharf Higino da Silva, Mestrando da FURB; Thaynã Gonçalves Timm, Mestranda da FURB; Tania Maria Costa, Doutora em Química; CRISTIANE VIEIRA HELM, CNPF; Lorena Benathar Ballod Tavares, FURB.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/435761Resíduos sólidos agroindustriais, que podem gerar impactos negativos à sustentabilidade ambiental, são empregados como biomassa lignocelulósica para produção comercial de cogumelos comestíveis, um alimento de alta qualidade nutricional e terapêutica. No entanto, estes fungos comestíveis são altamente perecíveis e o processo de secagem apresenta-se como alternativa para sua armazenagem segura. Neste trabalho foram investigados os efeitos da temperatura de secagem (35°C e 55ºC) do micélio do fungo comestível Lentinus crinitus cultivado em meio sintético utilizando cinética de secagem. Curvas experimentais de secagem foram obtidas em períodos crescentes até a obtenção de massa constante, empregando estufa de circulação. Os micélios secos a 55ºC demandaram menor tempo de processo e, consequente, redução do consumo energético, sem comprometimento das funções biológicas do fungo. Os modelos matemáticos (Empíricos e Semi-empíricos) testados se ajustaram as curvas de ambas as temperaturas. Porém, os melhores ajustes foram o modelo Page para 35°C e o modelo Midilli para 55ºC. Com base nas equações dos modelos, os resultados indicaram que o tempo para secagem do fungo será de aproximadamente 70 minutos, nas condições geométricas da amostra empregada, quando realizado em temperaturas próximas de 55ºC.Edição Especial - Simpósio Mundial de Sustentabilidade.openAccessLentinus crinitusDesidrataçãoDesenvolvimento SustentávelBasidiomicetosSecagem de cogumelos comestíveis como prática sustentável.Artigo de periódico