DOUGLAS LAU, CNPTJOSE MAURICIO CUNHA FERNANDES, CNPTALBERTO LUIZ MARSARO JUNIOR, CNPTALEXANDRE TAGLIARI LAZZARETT, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandensePAULO ROBERTO VALLE DA S PEREIRA, CNPFROBERTO WIEST, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandenseRAFAEL RIEDER, Universidade de Passo FundoMARCUS VINICIUS SAMPAIO, Universidade Federal de UberlândiaALFRED STOETZER, Fundação Agrária de Pesquisa AgropecuáriaMARIELLI RUZICK, Fundação Agrária de Pesquisa AgropecuáriaCINEI TERESINHA RIFFEL, Sociedade Educacional Três de MaioELDERSON RUTHES, Fundação ABCWILLIAM IORDI DO ANJOS, Fundação ABCJANINE PALMA, Cooperativa Central GaúchaAYRES DE OLIVEIRA MENEZES JÚNIOR, Universidade Estadual de LondrinaLUIZA RODRIGUES REDAELLI, Universidade Federal do Rio Grande do SulSIMONE MUNDSTOCK, Universidade Federal do Rio Grande do SulCARLOS DIEGO RIBEIRO DOS SANTOS, UFRGSJULIANA PIVATO, PIBIC/CNPq - Embrapa TrigoMONIQUE D’AGOSTINI, Universidade de Passo FundoJOSÉ ROBERTO SALVADORI, Universidade de Passo FundoPATRÍCIA SOBRAL SILVA, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Mato GrossoPAULO EDUARDO BRANCO PAIVA, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecn. do Triângulo Mineiro.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/510029O ano de 2019 foi bastante favorável à ocorrência de pulgões e transmissão de vírus como o nanismo-amarelo na cultura do trigo. A importância destas epidemias tem levado a iniciativas para facilitar o monitoramento e a tomada de decisão de manejo desses afídeos. Esforços incluem o uso da Tecnologia de InformaçãoopenAccessCultura do trigoTrigoPulgãoVírusNanismo AmareloTecnologia da InformaçãoMonitorar e manejar.Artigo de periódico