MARIANA MAGALHAES CAMPOS, CNPGL; ANA LUIZA DA COSTA CRUZ BORGES, UFMG; FERNANDO CESAR FERRAZ LOPES, CNPGL; CARLOS GIOVANI PANCOTI, UFMG; RICARDO REIS E SILVA, UFMG; TAINA SILVESTRE, IFG; FERNANDA SAMARINI MACHADO, CNPGL; SILAS PRIMOLA GOMES, UFMG.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/450435Avaliou-se o consumo voluntário de dietas à base de cana de açúcar e tratadas ou não com óxido de cálcio (CaO) e oferecidas a vacas Holandês x Gir em lactação. As dietas continham os seguintes níveis de inclusão de CaO na MN: 0%, 0,5%; 1,0% e 2,0%, sendo a cana tratada fornecida após 24h. O delineamento experimental utilizado foi ensaio de reversão. Realizaram-se três períodos de avaliação, com três repetições por tratamento, totalizando 12 animais em cada período. A adição de CaO causou redução da digestibilidade da MS, MO e da FDA mas não alterou a digestibilidade da FDN e da FDNcp. Dessa maneira, a adição de CaO (0,5 a 2,0% da MN) a dietas à base de cana de açúcar oferecidas a vacas em lactação não é recomendada devido à redução da digestibilidade aparente dos nutrientes.openAccessSacharum oficinarumÁlcaliBovinoHidroliseDigestibilidade aparente de dietas contendo cana de açúcar tratada ou não com óxido de cálcio em vacas em lactação Holandês x Gir.Artigo em anais e proceedings