Maria Alves Fontenele, UFC; Jôze Fonteles, UFC; Daniel Silva da Costa, UFC; Raimundo Wilane de Figueiredo, UFC; Geraldo Arraes Maia, UFC; Ricardo Elesbão Alves, CNPAT.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/374205O bacuri (Platonia insignis Mart) é uma fruta nativa da região amazônica do Brasil e Guiana; também cresce na Colômbia e no Paraguai (CHITARRA & CHITARRA, 2006). No Brasil o centro de dispersão é o estado do Pará, podendo também ser encontrado no Maranhão Mato Grosso Piauí e Goiás (FERREIRA et al., 1987; SILVA e DONATO, 1993; VILLACHICA et al., 1996). Como fruta in natura, a produção é comercializada, principalmente, nas CEASAs de Belém, São Luis e Teresina, e não tem sido suficiente para atender a grande demanda do mercado consumidor dessas capitais. A médio ou a longo prazo, essa espécie pode estabelecer-se como uma nova e excelente alternativa para os mercados interno e externo de frutas exóticas (Souza et al., 2001 ). O fruto é uma baga volumosa, ovóide ou subglobosa, de peso variável entre 200g e 1 OOOg. A polpa é branco-cremosa, mas passa a amarela quando exposta ao ar. Com odor e sabor agradável, engloba, em geral 3 sementes que também são comestíveis (CHITARRA & CIIlTARRA, 2006). Pode ser aproveitada como fruta fresca para consumo in natura e para agroindústria de polpa, sorvetes e derivados (CLEMENT & VENTURIERI, 1990; SOUZA et al., 2001). Acredita-se que as perdas pós-colheita do bacuri ultrapassem 50% da produção, em decorrência de processos inadequados de manuseio, transporte e armazenamento (FAO, 2001}. Para reduzir estas perdas é preciso entender os processos biológicos e ambientais envolvidos na deterioração após a colheita, e com base nesses conhecimentos, desenvolver tecnologias que permitam a manutenção da qualidade destes produtos pelo maior tempo possível.openAccessPlatonia InsignisBacuriConservação pós-colheita de bacuri (Platonia Insignis Mart) colhido na planta, armazenado sob refrigeração e atmosfera modificada, oriundos do Estado do Maranhão.Artigo em anais e proceedings