JOSE ROBSON BEZERRA SERENO, CPAC; MIRANE DOS SANTOS COSTA, CPAP; BENEDITA MARIA RODRIGUES, CPAP; MARCOS TADEU BORGES DANIEL ARAUJO, CPAP; MACIEL DE ARRUDA FERREIRA, CPAP; FABIANA T. P. S. SERENO, UNIVERSIDADE DE BRASILIA, DF.; WALDOMIRO BARIONI JUNIOR, CPPSE.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/487472Este trabalho teve como objetivo estimar a habilidade materna em éguas da raça Pantaneira através do tempo de mamada. Utilizaram-se 30 éguas com potro ao pé com idade média de 7 ,2::t 1,92 ano. Nove observadores foram distribuídos em turnos de 6h/dia, anotando-se o tempo da mamada, horário, clima, égua, sexo do potro, interrupção da mamada realizada pelo potro/égua. Não houve associação entre o tempo de mamada e o horário (manhã ou tarde), bem como horário e interrupção da mamada, independente do potro ou a égua interromper a mamada. Observou-se tempo médio de mamada (n=746) de 1,14 :t 0,59 minutos com coeficiente de variação de 42%. Houve associação (X2, P=O,OOl) entre ordem do parto e tempo da mamada, evidenciando que a habilidade materna das éguas primíparas é inferior as demais éguas com idade superior a 4,5 anos ou mais de duas crias, decrescendo após os sete anos ou mais de cinco partos.p. 135.openAccessComportamento SexualGaranhãoPantanalEstimativa da habilidade materna em éguas da raça pantaneira através do tempo de mamada.Resumo em anais e proceedings