MARCELLA KATHERYNE MARQUES BERNAL, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; ANDRÉ ANTÔNIO CORREA DAS CHAGAS, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; VÂNIA PINTO SARMENTO, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; BEATRIZ CARVALHO RIBEIRO, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; JOSÉ RAUL ROCHA DE ARAÚJO DE JÚNIOR, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; ISAAC DE CAMPOS QUARESMA, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; NATALIA INAGAKI DE ALBUQUERQUE, CPATU; WALERIA RUBIA ALMEIDA DA COSTA COSTA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; PEDRO EDUARDO BONFIM FREITAS, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; HELOISA MARCELIANO NUNES, INSTITUTO EVANDRO CHAGAS; ALEXANDRE DO ROSÁRIO CASSEB, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/392634O vírus da hepatite A (VHA, Hepatovirus A), agente etiológico da hepatite A em seres humanos, têm um impacto significativo na saúde pública, especialmente em regiões com saneamento básico precário, como a Amazônia brasileira. Este hepatovirus foi previamente identificado em primatas não humanos, quirópteros, marsupiais, roedores, marmotas, musaranhos e ouriços, no entanto, a circulação desses vírus na Amazônia brasileira permanece desconhecida. Este estudo teve como objetivo avaliar sorologicamente a ocorrência de infecção por VHA em Tayassu tajacu cativos. Amostras de soro de 72 animais coletadas entre 2021 e 2022 foram testadas para pesquisa de anti-VHA total e anti-VHA IgM por técnica imunoenzimática (ELISA). Os anticorpos anti-VHA total foram detectados em 4,16% (3/72) de tayassuídeos, fêmeas e adultas. Não foram detectados anticorpos anti-VHA IgM em nenhuma das amostras testadas. Os resultados sorológicos indicaram exposição ao hepatovirus entre os animais, destacando a necessidade de estudos adicionais para caracterizar vírus relacionados ao VHA em animais silvestres de cativeiro, a fim de compreender melhor o impacto da circulação do agente na saúde humana e animal.openAccessSorologiaTayassu TajacuHepatiteMarcadores sorológicos para Hepatite A entre Tayassuídeos cativos do estado do Pará, Brasil.Artigo de periódico