POLIANA ROCHA FRAGA BOTELHO, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS; DANIEL ANANIAS DE ASSIS PIRES, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS; ÉRICO RYUJIRO KANEMOTO, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS; LÚCIO CARLOS GONÇALVES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS; JOSE AVELINO SANTOS RODRIGUES, CNPMS; LUCIANA OLIVA BARBOSA LIMA, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS; ALINE DANIELLE SOUZA PRATES, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/491635Objetivou-se avaliar a degradabilidade e a cinética de fermentação ruminal das silagens de quatro genótipos de sorgo (CMSXS 165, CMSXS 114, BR 700 e BR 601), determinadas por meio da técnica in vitro semi-automática de produção de gases, utilizando inóculos de ovinos. Adotou-se o delineamento em blocos ao acaso em esquema de parcelas subdivididas sendo avaliados os parâmetros potencial máximo de produção de gases (A), tempo de colonização (L) e degradabilidade efetiva pelo modelo de France et al. (1993). As comparações entre os genótipos nos diferentes períodos de fermentação indicaram que o genótipo CMSXS 165 sem tanino foi o que apresentou maior produção cumulativa de gases e no período de 96 horas de fermentação apresentou maior teor de degradação de matéria seca DMS (69,20%) em relação às outras silagens. Os potenciais máximos de produção de gases variaram de 173 mL/g de MS para a silagem do BR 700 a 212 mL/g de MS para a silagem da linhagem CMSXS 165. A silagem da linhagem CMSXS 165 sem tanino se destacou entre as demais, em função do seu maior potencial de produção de gases e degradabilidades efetivas. Os resultados deste experimento sugerem que os taninos comprometem a degradabilidade e a cinética de fermentação ruminal das silagens de sorgo.openAccessRuminanteSilagemValor NutritivoDegradabilidade e cinética de fermentação ruminal das silagens de quatro genótipos de sorgo com e sem taninos nos grãos avaliadas pela técnica in vitro semi-automática de produção de gases.Artigo em anais e proceedings