JÚLIA PAGLIARANI, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS; NICOLAS DALLORTO ALVES SILVA, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS; JOÃO PEDRO MANTOAN NOGUEIRA BASTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS; FERNANDA RAUSCH FERNANDES, CNPTIA.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/457337O enfezamento do milho é causado por molicutes (bactérias da classe Mollicutes) Spiroplasma kunkelii (Corn Stunt Spiroplasma - CSS) e Maize Bushy Stunt Phytoplasma (MBSP), além do vírus da risca, Maize rayado fino virus (MRFV, gênero Marafivirus, família Tymoviridae), que são transmitidos pela cigarrinha-do-milho, Dalbulus maidis (Hemiptera, Cicadellidae). O modo de transmissão é persistente (após a aquisição dos fitopatógenos, a cigarrinha se torna infectiva por praticamente toda vida) e propagativo (os fitopatógenos circulam e se multiplicam no interior da cigarrinha). Esses fitopatógenos co-habitam os vasos do floema do milho e a doença causada por esse complexo é considerada o maior desafio para a cultura nos últimos anos. O estudo foi conduzido no campo experimental da Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI) da Universidade Estadual de Campinas, localizado no município de Campinas, entre as coordenadas geográficas de 22o53’20” de Latitude sul e o meridiano 47o04’40” de Longitude oeste de Greenwich.Nº 25604. CIIC 2025.openAccessMolicutesComplexo de molicutes e virosesFitopatógenosMollicutes and viral disease complexPhytopathogensZea MaysEnfezamentoMilhoCornMollicutesDiagnose molecular do complexo dos enfezamentos do milho em área experimental da Feagri.Resumo em anais e proceedings