CARLOS AGUSTIN RAVA SEIJAS, CNPAF.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/394601Em trabalho conduzido no Centro Internacional de Agricultura Tropical, na Colômbia, isolamentos de Xanthomonas campestris pv. phaseoli (Smith) Dye, provenientes do Estado de Goiás e Distrito Federal, foram comparados com isolamentos de outros países, quanto a patogenicidade. No primeiro ensaio, foram empregados os isolamentos Xp CNF números 3, 5,6, 8, 15, 16, 17 (Brasil), Xp C-6, Xp C-123 (Colômbia) e a linhagem 'L-32'. A inoculação foi por incisão das folhas primarias. A avaliação dos sintomas, realizada sete dias após a inoculação, separou os isolamentos em três grupos em ordem decrescente de patogenicidade: 1)Xp CNF n.3, 5, 6, 8, 15, 16, Xp C-123; 2) Xp C-6; 3) Xp CNF-17.O objetivo foi obter informações adicionais do potencial patogênico de isolamentos de Xp do Brasil Central, compará-los com os de outras regiões do mundo e estudar o comportamento de algumas cultivares consideradas como fontes de resistência.openAccessFeijãoPhaseolus vulgarisDoença de plantaXanthomonas campestrisPatogenicidade de isolamentos de Xanthomonas campestris pv. Phaseoli.Artigo de periódico