Kennedy Brunno de Brito Martins, Faculdade Araguaia; Ramon Guedes Matos, UFG; TAIS DE MORAES FALLEIRO SUASSUNA, CNPA; JAIR HEUERT, CNPA; MARCIO DE CARVALHO MORETZSOHN, Cenargen.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/377796As primeiras iniciativas para introduzir genes das espécies silvestres no amendoim cultivado iniciaram na década de 1970, visando a introgressão de resistência às cercosporioses. Desde então, diversas populações interespecíficas foram geradas, como a população tetraploide obtida a partir da hibridação entre a cultivar ?Runner IAC 886? e o alotetraplóide sintético formado pelos parentais silvestres de genoma B (Arachis ipaënsis) e A (A. duranensis), composta por 89 linhagens recombinantes. O objetivo deste trabalho foi descrever a variabilidade para características morfológicas das linhagens recombinantes interespecíficas que compõem a população tetraploide do amendoim. Os parentes silvestres, o alotetraplóide sintético derivado destes e a cultivar ?Runner IAC 886?, apresentaram variabilidade para altura da haste principal, cor de flor, hábito de crescimento, pigmentação da haste e formato da vagem.openAccessPré-melhoramentoDescritorParente silvestreRunner IAC 886Arachis hypogaeaAmendoimLeguminosaeCrescimentoMelhoramentoMorfologia vegetalCaracterização morfológica da população tetraplóide de amendoim.Artigo em anais e proceedings