Bárbara Thaís da Fonseca, UFMT - Universidade Federal do Mato Grosso; SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI, CNPA; FERNANDA SATIE IKEDA, CPAMT; Luís Henrique Metz, UFMT - Universidade Federal do Mato Grosso; Matheus Agostino Balan, UFMT - Universidade Federal do Mato Grosso; Félix de Morais Lima Junior, UFMT - Universidade Federal do Mato Grosso; Jackson Nogueira da Silva, UFMT - Universidade Federal do Mato Grosso; Diego Ortega Fernandes, UFMT - Universidade Federal do Mato Grosso.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/377743A constante aplicação de glyphosate nos sistemas de produção de grãos e fibras tem selecionado plantas daninhas resistentes a esse herbicida. Nesse contexto, a aplicação de herbicidas alternativos com diferentes mecanismos de ação mostra-se como opção para o manejo e prevenção da resistência considerando a sucessão/rotação de cultivos no decorrer do tempo. Dentre os herbicidas recomendados para a cultura do milho, está o tembotrione. Todavia, esse herbicida pode afetar a cultura em sucessão devido sua persistência no solo, sendo tal efeito denominado atividade residual ou carryover. Diante do exposto, objetivou-se com este trabalho avaliar a atividade residual do herbicida tembotrione aplicado na cultura do milho, cultivado em primeria safra sobre o algodoeiro cv. FM 940 GLT cultivado em sucessão.openAccessPrevenção da resistênciaPersistencia de pesticidaAlgodãoMilhoManejoHerbicidaGossypium HirsutumZea MaysGlyphosateCarryover de tembotrione na sucessão milho-algodão.Resumo em anais e proceedings