2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/427981A trapoeraba (Commelina benghalensis), em razão do uso contínuo de mesmos herbicidas e outrosmétodos de controle, vem se constituindo numa das plantas mais freqüentes em eucaliptais do Estado de SãoPaulo. Por isso, objetivou-se neste trabalho avaliar os efeitos de períodos de controle e convivência dessaplanta daninha sobre o desenvolvimento inicial de mudas de Eucalyptus grandis, transplantadas no invernoe no verão. Uma única muda de eucalipto foi transplantada em caixa de cimento-amianto e submetida a períodoscrescentes de convivência e de controle da trapoeraba (0, 20, 40, 60 e 80 dias no sujo e no limpo, respectivamente),sendo a densidade de plantas de trapoeraba de 4 plantas.m-2 (nas condições de inverno e verão). Conduziuseo ensaio por um período de 100 dias após o transplante (DAT), e o delineamento experimental adotadofoi o de blocos casualizados, com 10 tratamentos com quatro repetições. Pelos resultados da altura das plantas,diâmetro do caule, biomassa seca e área foliar, verificou-se que o período anterior à interferência (PAI), ototal de prevenção à interferência (PTPI) e o período crítico de prevenção à interferência (PCPI) foramde 20, 60 e 20 a 60 DAT, respectivamente, no inverno. Em condições de verão, o PTPI foi menor que oPAI (10 e 40 DAT, respectivamente). Assim, não foi possível estabelecer o PCPI nessas condições.application/pdfRevista ÁrvoreAgrocienciasPeríodos de interferência de trapoeraba (Commelina benghalensis Hort.) no crescimento inicial de eucalipto (Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden)artículo científico