GABRIELA CRISTINA MENDONÇA CALISTO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA; MICHELLE DAIANE DE ALMEIDA LOURES, CNPGL; HUMBERTO DE MELLO BRANDAO, CNPGL; MARCELO PORTO BEMQUERER, CNPGL.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/446986As nanopartículas de ouro preparadas com peptídeos podem ser utilizadas como biossensores devido à estabilidade físico-química, funcionalidade ajustável e boa compatibilidade com analitos de origem biológica. O peptídeo escolhido para funcionalização das nanopartículas tem a seguinte sequência de resíduos de aminoácido: H-CVNITKQHTVTTTT-NH2, no qual o resíduo de cisteína (C) faz a ligação do peptídeo ao ouro metálico e o resíduo de histidina (H) é o sítio principal de ligação de íons Cu²+. Variações da razão entre as concentrações de citrato e HAuCl3 não se mostraram eficientes para controlar o tamanho das nanoestruturas. O agente redutor foi substituído pelo boridreto de sódio e as nanopartículas de ouro obtidas foram caracterizadas em todas as fases em relação ao raio hidrodinâmico, potencial zeta e índice de polidispersão em equipamento Zetasizer, por meio de medidas de espalhamento dinâmico de luz.Pibic/CNPq.p. 109-114.openAccessNanopartícula de ouroBoridreto de sódioCobrePreparação de nanoestruturas metálicas associadas a um peptídeo para a construção de biossensor.Artigo em anais e proceedings