GERSIMAR PEREIRA MONTEIRO, INPA; FERNANDA FÁTIMA CANIATO, UFAM; ROGÉRIO E. HANADA, INPA; GILVAN FERREIRA DA SILVA, CPAA.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/382320O tomateiro (Solanum lycopersicum L.) pertence à família Solanaceae e é originário da região andina, compreendendo Peru, Bolívia e Equador (1). É a hortaliça mais consumida no mundo, além de ser fonte de antioxidantes, como o licopeno (2;4). A produção do tomate pode ser comprometida por diversas doenças, entre estas, a murcha bacteriana causada por R. solanacearum, considerada uma das principais doenças que limitam a produtividade em regiões tropicais, principalmente no Amazonas (5). Neste contexto, a busca envolvendo a utilização de microrganismos antagonistas têm mostrado potencial quanto a sua utilização para o controle de doenças (7). E o controle biológico de fitopatógenos pode ocorrer por diferentes mecanismos, tais como a coprodução de antibióticos, o parasitismo, a competição pelo espaço físico e/ou a indução de resistência ao ataque de patógenos (3). Embora R. solanacearum seja um importante patógeno do tomateiro no Brasil, ainda é escassa a utilização de microrganismos antagonistas eficientes no controle desta doença (6). Portanto, esta pesquisa visou selecionar, identificar e avaliar in vitro e in planta bactérias antagonistas com potencial para desenvolvimento de bioinsumos que contribuam para o desenvolvimento agrícola sustentável.p. 16.openAccessTomateDoença de PlantaSeleção e aplicação da microbiota amazônica no desenvolvimento de soluções para controle de Ralstonia solanacearum em tomateiro (Solanum lycopersicum L.).Resumo em anais e proceedings