PATRÍCIA GUIMARÃES PIMENTEL; MARINA ROSE CAMPOS BARROSO; MARCOS CLAUDIO PINHEIRO ROGERIO, CNPC; LUCIANA FREITAS GUEDES; LAYS DÉBORA SILVA MARIZ; MÁRCIO GABRIEL CAMPOS; CARLOS GEOVANI TELES PINHEIRO JUNIOR; ARNAUD ALVES AZEVEDO.2026-07-01http://hdl.handle.net/123456789/403009A busca por carnes magras pelo consumidor é uma tendência atual do mercado, principalmente pela associação de gorduras de origem animal a doenças cardiovasculares. Altos níveis de gordura nas carnes vermelhas são alvo de rejeição pelos consumidores, sendo necessário que produtores alinhem a nutrição dos animais à níveis ótimos de lipídios e colesterol do produto final, que é a carne. Sendo assim, objetivou-se avaliar os teores de lipídios e colesterol da carne de borregos Morada Nova submetidos a duas dietas de terminação, sem e com 15% de redução de proteína bruta (PB) e nutrientes digestíveis totais (NDT). Os resultados encontram-se nos padrões para carne ovina. Uma regularização proposta pelo Conselho Europeu de 2006 orienta que alimentos sejam classificados como baixo teor de gordura aqueles cujos valores estejam abaixo de 3g/100g, corroborando com o presente estudo, podendo ser classificada como uma carne magra. Portanto, a terminação de borregos Morada Nova com 15% de redução de nutrientes não compromete os teores de lipídios e colesterol da carne, podendo oferecer ao consumidor um produto com níveis de gordura aceitáveis.openAccessQualidade da carneCarne ovinaNRCOvinoNutrienteNutrição AnimalTeores de lipídios e colesterol da carne de borregos morada nova submetidos a diferentes dietas de terminação.Resumo em anais e proceedings