ITAMAR SOARES DE MELO, CNPMA; ROSÂNGELA BLOTA ABAKERLI, CNPMA; CELIA M. M. S. SILVA, CNPMA; PEDRO JOSE VALARINI, CNPMA; ELISABETH FRANCISCONI FAY, CNPMA.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/477798Embora a toxicidade de alguns herbicidas tenha sido explorada em profundidade, seu destino no ambiente e sua transformação não são bem compreendidos. a fim de melhor avaliar os impactos da atrazina, e crucial que informações sobre sua biodegradação seja explorada. De solos agrícolas com repetidas aplicações deste herbicida, como também de solos enriquecidos, foram isolados 29 fungos com resistência a altas concentrações do produto 2.000 a 7.000 ppm. Destes fungos, 9 (nove) dos gêneros Penicillium sp. e Eupenicillium sp. mostraram-se capazes de degradação que varia de 26% a 92% dentro de 21 dias, em geral. Os fungos foram cultivados em meio de cultura liquido e incubados no escuro a 28.o C, sob agitação (180 rpm). A extração foi feita com acetato de etila e o consumo da atrazina, pelos fungos, avaliado através de Cromatografia Gasosa com Detecção Termoionica específica a nitrogênio e fósforo.p.211openAccessDegradaçãoFungosHerbicideBiodegradaçãoAtrazinaHerbicidaSoloatrazinebiodegradationfungidegradationsoilIsolamento e seleção de fungos filamentosos resistentes a atrazina.Resumo em anais e proceedings