MARIA SILVIA PEREIRA LEITE, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; EDSON TADEU IEDE, CNPF; SUSETE DO ROCIO CHIARELLO PENTEADO, CNPF; ALBINO GRIGOLETTI JUNIOR, CNPF; CARLA CASTELLANO, CNPF.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/437655Por tratar-se de uma espécie nativa, a erva-mate, Ilex paraguariensis, apresenta uma entomofauna associada bastante ampla. Foram identificadas 86 espécies de insetos alimentando-se de diferentes partes da planta, sendo que seis podem ser considerados pragas. Dentre estas, destaca-se como principal, a broca-da-erva-mate, Hedypathes betulinus. O uso de agrotóxicos, para o seu controle não é aconselhável, visto que a erva-mate é consumida praticamente in natura, em infusões. Além disso seriam necessárias várias aplicações de produtos, devido à prolongada longevidade dos adultos da praga, o que seria antieconômico e poderia causar impactos indesejáveis no ambiente. Entre os diferentes métodos de controle biológico, o emprego de fungos entomopatogênicos apresenta elevado potencial, visto que, quando adequadamente aplicados, apresentam um baixo impacto ambiental, podendo ser empregados em complementação a outros métodos de supressão populacional. Com o objetivo de testar linhagens do fungo entomopatogênico Beauveria spp. para o controle desta praga, em fevereiro de 1998, foi instalado, no laboratório de Entomologia da Embrapa Florestas, bioensaios com as linhagens 15, 26, 61 e 152, de 6. bassiana e a linhagem 72 de B. brongniartii, cedidas pelo Cenargem-Embrapa mais a testemunha. Cada tratamento constou de 50 insetos.openAccessBeauveria sppErva-mateControleControlFungoIlex ParaguariensisPragafungipestsSeleção de linhagens de Beauveria spp. patogênicas a Hedypathes betulinus (Klug, 1825) (Coleoptera, Cerambycidae), em laboratório.Resumo em anais e proceedings