Sebastião Pereira Marinho Neto, Bolsista do PIBIC-FAPESPA; Raimundo Nonato Moraes Benigno, UFRA; NATALIA INAGAKI DE ALBUQUERQUE, CPATU.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/384162Os caititus foram identificados como uma das espécies mais caçadas na região da Transamazônica ? PA. (BONAUDO et al., 2002). Nas regiões de colonização da Amazônia, encontram-se várias espécies silvestres cuja única exploração baseia-se na caça que é uma fonte de proteína alternativa para a população local. Esta, junto com o desmatamento, a fragmentação de habitats e o comércio ilegal pode causar a diminuição de espécies. Uma alternativa para solucionar este problema é o incentivo à criatórios, que são uma forma de utilização sustentável da biodiversidade, geração de renda e identificação das ações conservacionistas (MMA, 2001). Objetivou-se no presente trabalho estudar a biota parasitária gastrintestinal presente em caititus criados em cativeiro em 2 criatórios no Estado do Pará, um na Embrapa Amazônia Oriental, Belém-PA e outro em criatório de produtor comercial em Santa Izabel ? PA, por ser o fator sanitário mais importante desta espécie em cativeiro e afim de disponibilizar dados mais atuais literatura sobre os animais em questão. Para as análises de endoparasitas gastrintestinais foram realizadas análises de fezes com os seguintes métodos: Sedimentação e Mcmaster. A ocorrência de parasitas gastrintestinais até o presente momento é de 71,92% (41 animais), sendo que destes 85,36% (35 animais) apresentaram infecção simples e 14,63% (6 animais) apresentaram infecção múltipla. Os parasitas identificados e suas respectivas incidências foram Balantidium coli (64,91%); Ascaris suun (8,77%)e grupo dos Strongylideos (8,77%).1 CD-ROM.openAccessAnimais silvestresCriatóriosBiota gastrointestinalBiota parasitária gastrointestinal de caititus "Tayassu tajacu Linnaeus 1758" (Pecari tajacu Jacq.) criados em cativeiro.Artigo em anais e proceedings