SILAS GARCIA AQUINO DE SOUSA, CPAA; ELISA VIEIRA WANDELLI, CPAA; JOSE NESTOR DE PAULA LOURENCO, CPAA; FABIO LOZANO USECHE; JOANNE REGIS DA COSTA, CPAA; ROGERIO PERIN, CPAA.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/383149O cenário de degradação ambiental e de pobreza da Amazônia aponta para a necessidade das instituições de pesquisa disponibilizarem urgentemente tecnologias que mantenham a capacidade produtiva do solo, que aumentem a renda dos produtores fixando-os à terra e reincorporando áreas degradadas ou alteradas ao processo produtivo, diminuindo assim, o desmatamento das florestas primárias. Neste sentido, as práticas agroflorestais têm sido preconizadas nos últimos anos como alternativas para reabilitar a produtividade e os serviços ambientais das áreas degradadas, desempenhando eficiente papel na recuperação da paisagem. As práticas agroflorestais têm por objetivo aperfeiçoar tanto a produção agrícola quanto a florestal por meio do principio de rendimento sustentado, baseado na presença de árvores, interação positiva entre os componentes, considerando o processo de sucessão ecológica, eficiência na ciclagem de nutrientes, no uso dos recursos naturais, presença de espécies fixadora de nitrogênio, cobertura do solo e biodiversidade. Neste trabalho testa-se a hipótese de que as práticas agroflorestais possam promover a reincorporação de áreas degradadas ao processo produtivo na Amazônia Central.p. 487-493.openAccessAgroflorestaAreas degradadasSistemas e práticas agroflorestais para promover a reincorporação de áreas degradadas ao processo produtivo na Amazônia Central.Artigo em anais e proceedings