ADÉLIA CRISTINA FAZIO SÁ FERREIRA COELHO, Servidora Pública Federal TRT6; JOSE LINCOLN PINHEIRO ARAUJO, CPATSA; MARIA DO SOCORRO MACEDO COELHO LIMA, FACAPE.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/503429A uva é uma das frutas mais consumidas no mundo e tem uma grande importância social e econômica na região do Submédio do São Francisco, que é responsável por 99% das uvas de mesa exportadas pelo Brasil (COMEXSTAT, 2020). Trata-se de cultivo de alta tecnologia e grande consumidor de capital, situação que exige do produtor, além de uma boa produtividade física, uma satisfatória rentabilidade econômica. Nos últimos anos, observou-se uma grande mudança nas variedades produzidas no vale. Com objetivo de avaliar o impacto do royalty em novas variedades de uvas finas cultivads no Submédio São Francisco, foi realizada com dez interlocutores-chave. Objetivando a validação dos dados, organizou-se um painel com atores principais dos diversos elos da cadeia. Os custos comparativos de variedades de uvas sem semente nacionais e patenteadas foram analisados, obtendo-se as médias aritméticas. O resultado obtido foram custos bem próximos das variedades patenteadas coma BRS Vitória e Ísis. Em conclusão, as novas variedades desenvolvidas pela Embrapa apresentam melhor resultado, pois sobre os valores apurados não incidem custos de licenciamento e percentual sobre o faturamento bruto. Pretende-se com o resultado deste trabalho auxiliar os produtores na tomada de decisões.openAccessVariedades patenteadasVale do São FranciscoUva de mesaImpacto do royaltyUvas sem sementeVariedade BRS VitóriaVariedade ÍsisUvaViticulturaCusto de ProduçãoCusto OperacionalExportaçãoGrapesViticultureCost benefit analysisCost effectivenessO impacto dos royalties nos custos de produção de uvas finas no Submédio São Francisco.Artigo de periódico