AUGUSTO GUERREIRO FONTOURA COSTA, CNPA; EDIVALDO DOMINGUES VELINI, UNESP/FCA; CAIO VITAGLIANO SANTI ROSSI, MILÊNIA AGROCIÊNCIAS S. A.; MARCELO ROCHA CORRÊA, TECHFIELD ASSESSORIA E CONSULTORIA AGRÍCOLA LTDA.; EDUARDO NEGRISOLI, EDUVALE - FACULDADE DE AGRONOMIA; MARCUS VINÍCIUS FIORINI, DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA.; JOSÉ GUILHERME FERREIRA CORDEIRO, FATEC; JOSÉ ROBERTO MARQUES SILVA, USC.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/377643Objetivou-se com o trabalho avaliar o efeito de pontas e pressões de pulverização sobre a deriva de glyphosate + 2,4-D. Os modelos de pontas de pulverização e as respectivas pressões testadas foram: XR 11002 (150 e 300 kPa), DG 11002 (300 kPa), TT 11002 (300 kPa), AI 11002 (300 kPa) e TXVS-10 (400 kPa). Para a coleta da deriva foram utilizados fios de náilon externos à área de aplicação (1, 5, 10, 20, 50, 100 e 200 m de distância) com quatro repetições e seis cilindros de espuma posicionados sobre a barra do pulverizador. Sais traçadores foram adicionados a solução de aplicação para quantificar os depósitos de cada tratamento por meio de espectrofotômetro. Os herbicidas estiveram menos e mais suscetíveis a deriva com a ponta de pulverização de jato plano com pré-orifício e indução de ar (AI) e a de jato cônico vazio (TX), respectivamente. A seleção da ponta de pulverização e a redução na pressão de pulverização podem ser utilizadas para redução de deriva.openAccessPulverizador de barraHerbicidaPulverizaçãoEspectrofotometriaEfeito de pontas e pressões de pulverização na deriva de glyphosate + 2,4-D em condições de campo.Artigo de periódico