ANNETE BONNET, Bióloga autônoma; GUSTAVO RIBAS CURCIO, CNPF; OSMIR JOSE LAVORANTI, CNPF; MURILO LACERDA BARDDAL, COPEL; CARLOS VELLOZO RODERJAN.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/435098Um total de 14 espécies de bromeliáceas epifíticas foi registrado na planície do rio Iguaçu, sendo algumas exclusivas da Floresta Ombrófila Densa, outras da Floresta Estacional Semidecidual e um terceiro grupo comum às duas unidades fitogeográficas. O número de espécies diminuiu para jusante do rio, em coerência à equivalente redução na disponibilidade hídrica definida pelos tipos climáticos. As superfícies geomórficas de degradação apresentaram os maiores índices de diversidade, em conformidade ao seu maior tempo de formação e presença de solos semi e não-hidromórficos. Em escala local, a largura máxima da planície e a largura média do rio estão negativamente correlacionadas com a riqueza de bromeliáceas, o que remete à existência de forte intervenção antrópica. A proximidade dos forófitos com o rio influencia positivamente a riqueza de bromeliáceas, provavelmente pelo aumento em umidade e luminosidade. Do mesmo modo, os forófitos com os maiores diâmetros de fuste apresentam maior riqueza de bromeliáceas, indicando, principalmente, que o tempo de exposição do substrato é importante, o que concorda com a literatura. A manutenção de florestas próximas aos cursos de água e grandes indivíduos arbóreos é fundamental para a preservação de bromeliáceas epifíticas nas planícies do rio Iguaçu.openAccessPlanície fluvialRelações de bromeliáceas epífitas com fatores ambientais em planícies de inundação do Rio Iguaçu, Paraná, Brasil.Artigo de periódico