FRANK REGINALDO OLIVEIRA BATISTA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁROBERTO PORRO, CPATUADRIANA DO SOCORRO LINS OLIVEIRA, INSTITUTO FEDERAL DO PARÁEDILAN DE SANT’ANA QUARESMA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/392227Em 2010, a Instrução Normativa IN/INCRA n° 65 limitou as alternativas de exploração indireta dos recursos florestais em assentamentos de reforma agrária, assim os riscos financeiros e operacionais recaíram sobre as comunidades beneficiárias, que além das dificuldades técnicas gerenciais ainda enfrentam conflitos agrários e tensões sociais. Nesse contexto, por meio da contabilidade de custos, e utilizando o estudo de caso do manejo florestal, implementado em 2016-2017 no PDS Virola-Jatobá, em Anapu, Pará, o objetivo deste estudo foi avaliar comparativamente o resultado financeiro, contábil e econômico do manejo florestal comunitário. A análise de custos, incluindo o custo de oportunidade de concessão da floresta em pé, indicou prejuízos financeiros (-34,72%) e econômicos (-129,75%), e que a melhor opção teria sido a exploração indireta por meio de concessão ou similar. Por outro lado, a exploração direta poderia alcançar lucro financeiro de 32,47% caso fosse assegurado valor de mercado para a madeira, conforme classificação comercial, e fossem evitadas perdas extraordinárias devido a invasões ocorridasopenAccessManejo florestalFloresta em péEstrutura de custoCusto de oportunidadeManejo florestal comunitário em assentamento ambientalmente diferenciado na Amazônia: custos e resultados comparativos.Artigo de periódico