Pedro Rotava Valduga, Graduando do Curso Superior de Viticultura e Enologia IFRS/BG (Av. Osvaldo Aranha-540, CEP 95700-324, Bento Gonçalves, RS) Bolsista Embrapa Uva e Vinho. E-mail: pedro.valduga@colaborador.embrapa.com.br; ALEXANDRE HOFFMANN, CNPUV; FLAVIO BELLO FIALHO, CNPUV; Andressa Comiotto, Professora do IFRS-BG. E-mail: andressa.comiotto@bento.ifrs.edu.br.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/506285O Rio Grande do Sul é o principal produtor de pêssegos do Brasil, sendo a região da Serra Gaúcha responsável por cerca de 46% da produção nacional de pêssego de mesa. Diferente do que se observa para outras frutíferas, existem poucos porta-enxertos recomendados para a cultura na região dificultando o aproveitamento de vantagens, como maior produtividade, precocidade, arquitetura da planta e qualidade do fruto. A falta de estudos com porta-enxertos e o desconhecimento da interação com a cultivar-copa faz com que persista o uso de mistura varietal de caroços disponíveis nas indústrias processadoras, gerando desuniformidade nos pomares. Com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o efeito do porta-enxerto na cultivar Chiripá, foi instalado um experimento visando avaliar o crescimento vegetativo e produtivo da cultivar sob o efeito de 19 porta-enxertos, tendo como testemunha a própria autoenraizada, sendo realizado em área de produção comercial no município de Pinto Bandeira, RS, em setembro de 2014, com espaçamento de 3,0 metros entre plantas e 4,0 metros entre linhas no delineamento experimental de blocos ao acaso com quatro repetições.(Embrapa Uva e Vinho. Documentos, 99)openAccessCrescimento vegetativoPessegueiros cv ChiripáPêssego de mesaPorta-enxertoPessegueiroCNPUVICIniciação cientificaAnaisPessegoCrescimento vegetativo e produtivo de pessegueiros cv. Chiripá sob efeito de diferentes porta-enxertos.Resumo em anais e proceedings