SIDNEI DOUGLAS CAVALIERI, CNPA; Willian Daróz Matte, UEM - Universidade Estadual de Maringá; Cassiano Spaziani Pereira, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso; FERNANDA SATIE IKEDA, CPAMT; Edson Ricardo de Andrade Junior, IMAMT - Instituto Matogrossense do Algodão; Fernando Poltronieri, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso; Marcos Vinícios Saraiva, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso; Wanderson Bertotti da Costa, UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso.2026-06-30http://hdl.handle.net/123456789/377724Um dos problemas atuais na agricultura refere-se à seleção de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas, dentre os quais o glyphosate, principalmente devido ao seu uso indiscriminado. Nesse contexto, a aplicação de herbicidas com diferentes mecanismos de ação é uma alternativa para manejar e prevenir a problemática da resistência. Dentre os herbicidas aplicados em pré-emergência recomendados para a cultura da soja está o diclosulam. Esse herbicida apresenta meia-vida no solo de 60 a 90 dias, dependendo das condições edafoclimáticas. Assim, deve-se ter cuidado com a atividade residual do herbicida sobre as culturas em sucessão, principalmente se o diclosulam não for recomendado para o controle de plantas daninhas na cultura sucedânea, como o algodoeiro. Diante do exposto, objetivou-se com este trabalho avaliar a atividade residual do diclosulam aplicado em pré-emergência na cultura da soja sobre o algodoeiro cv. TMG 42 WS em sucessão na região médio-norte de Mato Grosso.openAccessAtividade residualPlanta daninhaHerbicidaPersistência de pesticidaGossypium HirsutumGlyphosateHerbicidesCarryover de diclosulam na sucessão soja-algodão.Resumo em anais e proceedings