PAULO SERGIO BALBINO MIGUEL, UFV; FERNANDO TEIXEIRA GOMES, CES/JF; WADSON SEBASTIAO DUARTE DA ROCHA, CNPGL; CARLOS EUGENIO MARTINS, CNPGL; CAIO ANTUNES DE CARVALHO, CES/JF; ANDRE VICENTE DE OLIVEIRA, CES/JF.2026-07-07http://hdl.handle.net/123456789/444951O alumínio, em solos ácidos, é um dos principais responsáveis pela baixa produtividade das culturas, constituindo um fator limitante ao crescimento das plantas. O sintoma mais evidente do efeito nocivo dos níveis tóxicos de alumínio é a redução no crescimento radicular de plantas sensíveis, o que impede a planta de obter água e nutrientes em profundidade pelo seu enraizamento superficial. Uma alternativa para contornar esse problema é a correção da acidez pela aplicação de calcário na parte arável do solo. Tal prática por sua vez não é considerada muito efetiva por não corrigir a acidez do subsolo e a aplicação em nível de subsolo tornar-se muito onerosa. Muitas espécies vegetais apresentam mecanismos de tolerância à toxidez por alumínio, que são controladas genética e fisiologicamente, o que permite uma alternativa promissora à aplicação de calcário no subsolo, pela seleção de variedades mais tolerantes à toxidez do alumínio em solos ácidos.openAccessTolerancia ao aluminioMecanismos de tolerancia ao aluminioSintomas da toxidez de aluminioEfeitos tóxicos do alumínio no crescimento das plantas: mecanismos de tolerância, sintomas, efeitos fisiológicos, bioquímicos e controles genéticos.Artigo de periódico